Acompanhe a Consistente Discussão sobre a Relevância da Variação Cambial
(real frente ao dólar e ao euro) para decisões de políca monetária e investimentos financeiros no Brasil

(última revisão: 20 de julho de 2013)


Com uma longa série atualizada de dados de treze anos e meio (de janeiro 1999 a junho 2013), a Figura abaixo revela como a variação da taxa de câmbio do real em relação ao dólar norte-americano e ao euro interage com o Ibovespa, a taxa de juros básica do Brasil (Selic) e o spread entre a taxa de juros básica do Brasil (Selic) e nos EUA (Fed).
Sabendo que em julho de 1999 foi oficializado o chamado regime de "Meta de Inflação" no Brasil, uma longa série de treze anos (entre julho de 1999 e junho de 2013) de dados do spread Selic-Fed está correlacionada com a série do índice de inflação IPCA em 84,5%, o que estatisticamente permite não aceitar a hipótese de que uma elevação da taxa de juros no Brasil contribui para reduzir a taxa de inflação. Consequentemente uma queda da taxa de juros está relacionada à queda da taxa de inflação, tal como mostra a atualização da Figura 2 abaixo. Cabe lembrar ainda que correlação entre fatores não é sinônimo de causualidade (causa-efeito), uma vez que a correlação pode resultar de um outro aspecto subjacente com impacto sobre as séries de dados correlacionadas.
Os dados na Figura 2 também comprovam o quanto a economia do Brasil depende da situação externa e do comportamento de investidores não residentes no Brasil.

Atualização em 20/julho/2013 da Figura 2 no artigo
"The Interaction of the Exchange Rate Variation with Decisions Regarding Monetary Policy and Investments in Brazil"
publicado na RBRS International de dezembro 2009. -

de Marcelo Henriques de Brito, Administrador, Tec.Contab. e Engenheheiro., Ph.D., CNPI, CFP

Com uma longa série atualizada de dados de treze anos e meio (de janeiro 1999 a junho 2013), a Figura abaixo revela como a variação da taxa de câmbio do real em relação ao dólar norte-americano e ao euro pode afetar a decisão de investir em renda variável (Ibovespa) ou em renda fixa (CDI) de forma que a primeira possibilidade (ou seja, investir em ações) tende a ficar mais atraente do que a segunda quando o real se valoriza (pela entrada líquida de capital externo de investidor não residente), tal como revela a cruva da razão na Figura 3 abaixo.

Atualização em 20/julho/2013 da Figura 3 no artigo
"The Interaction of the Exchange Rate Variation with Decisions Regarding Monetary Policy and Investments in Brazil"
publicado na RBRS International de dezembro 2009. -

de Marcelo Henriques de Brito, Administrador, Tec.Contab. e Engenheheiro., Ph.D., CNPI, CFP

Depois do trabalho "Environment For Foreign Investment In Brazil Since January 1999" de autoria de Marcelo Henriques de Brito ter sido aceito no primeiro semestre de 2009 para apresentação em inglês e publicação nos anais do importante congresso International Conference on Industrial Engineering and Operations Management - ICIEOM que ocorreu no início de outubro de 2009, uma versão revisada e atualizada do artigo foi publicada pela edição internacional da RBRS International de dezembro 2009, tanto na edição impressa quanto na edição eletrônica. A versão completa do artigo científico The Interaction of the Exchange Rate Variation with Decisions Regarding Monetary Policy and Investments in Brazil pode ser obtida no link abaixo:
http://www.rbrs-i.com/articles.php?op=ler&idA=26
ou
Clique aqui para download direto do trabalho The Interaction of the Exchange Rate Variation with Decisions Regarding Monetary Policy and Investments in Brazil de Marcelo Henriques de Brito.

Dois resumos complementares em português das ideias no supramencionado artigo científico pode ser lido em:
A PREVALÊNCIA DA VARIAÇÃO CAMBIAL NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS NO BRASIL
Jornal do Commercio, seção Opinião, página A-15 – 4 de novembro de 2009
e
CÂMBIO IMPACTA DECISÕES DE INVESTIMENTO
Jornal do Commercio, seção Opinião, página A-15 – 4 de fevereiro de 2010

Veja outros artigos correlatos publicados na imprensa

É POSSÍVEL PLANEJAR AS FINANÇAS SEM SE SURPREENDER?. (Discussão sobre previsibilidade em face da decisão do COPOM em 31 de agosto de 2011.)
Valor Econômico, coluna "Consultório Financeiro" no Caderno Investimentos, página D2 – 26 de setembro de 2011

POLÍTICA CAMBIAL PRATICADA PELO BANCO CENTRAL (Apresentando uma longa série histórica de dados (de 1999 a 2007) para justificar as afirmações, a matéria "Política cambial praticada pelo Banco Central", redigida pelo jornalista Rogério Lessa a partir de entrevista com Marcelo Henriques de Brito, discute o porquê do Banco Central do Brasil monitorar a variação mensal do real em relação ao dólar norte-americano e também em relação ao euro (aspecto inédito informado na matéria), embora, em tese, a definição da taxa de juros no Brasil decorreria apenas da suposta adoção do sistema "metas de inflação".)
Monitor Mercantil, caderno Monitor Financeiro, página 1 – 8 de fevereiro 2007

POR QUE A SELIC SOBE QUANDO A INFLAÇÃO CAI? (Artigo publicado no Jornal do Brasil, a partir de previsão correta sobre a Selic no início de 2004, usando metodologia do livro Crise e Prosperidade Comercial, Financeira e Política)
Jornal do Brasil, caderno Economia&Negócios, coluna Além do Fato:Taxa de Juros, página A18 – 22 de outubro 2004 (formato pdf - 264 Kb)

VALE POSTERGAR UM CRESCIMENTO MAIOR?. (Após a divulgação do crescimento do PIB do Brasil em 2005, deve-se refletir sobre o funcionamento dos mercados que integram a população tanto com oportunidades de empregos que asseguram renda quanto com realizações de negócios empresariais que geram bem-estar.)
Monitor Mercantil, coluna Opinião, página 2 – 09 de março 2006


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